Granja Werneck: O Último Grande Refúgio Verde de BH

•29/08/2013 • Deixe um comentário

Texto publicado no site “O Eco”
http://www.oeco.org.br/convidados/27525-granja-werneck-o-ultimo-grande-refugio-verde-de-bh#idc-cover

A Mata do Isidoro, mais conhecida como Granja Werneck, é uma área de 950 hectares localizada na região norte de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, junto à divisa com o município de Santa Luzia. Esta região apresenta um grande potencial para se tornar um dos maiores parque urbanos do mundo, superando em duas vezes o tamanho do parque Cidade Dona Sarah Kubitschek (420 ha), localizado em Brasília (DF), considerado o maior parque urbano da América do Sul, e em quase três vezes o Central Park de Nova York (341 ha). Hoje, a maior área verde protegida da cidade é o parque das Mangabeiras localizado na região sul da capital com 240 hectares.

Sua história começa com a concessão da área pela prefeitura ao médico Hugo Werneck, em 1914, para a construção de um sanatório para tratamento de tuberculose na região, inaugurado em 1928. Segundo a história, Hugo teria vindo para Belo Horizonte devido ao clima da cidade, para se tratar de tuberculose. A partir da década de 70, o sanatório se tornou um asilo e passou para os cuidados da Igreja Católica com o nome Recanto Nossa Senhora da Boa Viagem. Compõe ainda a paisagem uma antiga pedreira instalada durante a década de 50 e diversos bairros implantados a partir dos anos 70 que margeiam a região, tanto de Belo Horizonte quanto de Santa Luzia.

A Granja Werneck é considerada a ultima fronteira verde da cidade por se tratar de uma região ainda conservada e de grandes proporções em tamanho, como já citado. Por ser umecótono de Cerrado com Mata Atlântica (área onde são encontradas a flora e fauna pertencentes a dois ecossistemas fronteiriços) apresenta fisionomias de floresta estacional semidecidual, cerrado típico, cerradão e brejo. Esta situação torna possível a presença de espécies de flora e fauna específicas na região que necessitam de estudos para averiguar estado de conservação e para garantir o quanto antes medidas de proteção com consequente manutenção dos processos ecológicos.

Em relação aos recursos hídricos existem aproximadamente 280 nascentes, segundo levantamento da prefeitura, que dão origem a 64 córregos, entre eles o Córrego dos Macacos, considerado o ultimo curso d’água limpo de Belo Horizonte. Todos fazem parte da bacia do Córrego Isidoro que deságua no Ribeirão do Onça, que compõe a bacia do Rio das Velhas, alvo de programas de conservação no Estado. A vegetação e quantidade de cursos d’água locais criam um microclima diferenciado de outras regiões da cidade.

Caso se torne uma Unidade de Conservação poderá proporcionar atrativos variados como trilhas para caminhadas contemplativas, para aventura, ou mesmo para ir de um bairro a outro. Devido à localização da mata, ela já possui trilhas que as comunidades locais utilizam para diversos fins, inclusive práticas religiosas. Do outro lado, há também atividades degradadoras como descarte de resíduos e passagem de motos pelas trilhas. Por isso, atividades de educação ambiental poderiam envolver as escolas da região, comunidade e usuários. Afinal, em uma cidade que tem crescido de forma desenfreada, é importante que se entenda a importância da preservação de uma área deste porte, e não trata-la como um “monte de mato”.

Atividades ligadas à pesquisa não só podem como devem ser incorporadas à Unidade de Conservação, principalmente por estar dentro uma metrópole, onde muito se perde sem se dar conta. A Granja Werneck seria também um ótimo local para difundir a observação de aves, uma prática crescente no país, que funde educação ambiental, pesquisa e ainda contemplação do ambiente natural. No local, já foram inventariadas mais de 100 aves, e com mais pesquisas esse número pode crescer.

Para não falar do serviço ambiental mais básico da Granja: a beleza cênica para quem quer apenas observar, de dia ou de noite, quando aparece um céu estrelado difícil de ver em centros urbanos.
A criação da Unidade de Conservação é necessária devido ao histórico de invasões da região norte, desde os anos 90, por extensas áreas nas margens do Ribeirão do Onça, que anteriormente eram fazendas. Se a Granja Werneck se tornar um parque, a capital mineira ganhará não só um a maior área protegida urbana do país, como também um marco para os cidadãos de Belo Horizonte exercitarem o contato com a natureza e a sua proteção.

Clique nas imagens para ampliá-las
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Email dos vereadores de Belo Horizonte até 2012

•13/01/2012 • 3 Comentários

As vezes fico com vontade de mandar um email para todos os vereadores da cidade, seja por causa de alguma coisa que como um cidadão desejo falar, ou para demonstrar minha indignação contra alguma atitude. E como eu não encontrava todos os emails juntos, e bom ir no site da câmara e copiar cada um  dependendo do ânimo parecia serviço de “chinês aposentado”.

Recentemente recebi um email de um amigo contendo a lista completa, assim espero, e caso alguém que leia este post sentir falta de alguma coisa, ou encontrar algum erro, não hesite em comunicar.

Segue a relação (atual, ao que tudo indica em janeiro de 2012):

‘leoburguesdecastro@cmbh.mg.gov.br’; ‘adrianoventura@cmbh.mg.gov.br’; ‘ver.albertorodrigues@cmbh.mg.gov.br’; ‘alexandregomes@cmbh.mg.gov.br’; ‘arnaldogodoy@cmbh.mg.gov.br’; ‘autairgomes@cmbh.mg.gov.br’; ‘brunomiranda@cmbh.mg.gov.br’; ‘cabojulio@cmbh.mg.gov.br’; ‘carlucio@cmbh.mg.gov.br’; ‘chambarelle@cmbh.mg.gov.br’; ‘ver.danielnepomuceno@cmbh.mg.gov.br’; ‘divinopereira@cmbh.mg.gov.br’; ‘edinhodoacougue@cmbh.mg.gov.br’; ‘elainematozinhos@cmbh.mg.gov.br’; ‘geraldofelix@cmbh.mg.gov.br’; ‘gunda@cmbh.mg.gov.br’; ‘ver.heleno@cmbh.mg.gov.br’; ‘henriquebraga@cmbh.mg.gov.br’; ‘hugothome@cmbh.mg.gov.br’; ‘iranbarbosa@cmbh.mg.gov.br’; ‘joaolocadora@cmbh.mg.gov.br’; ‘joaooscar@cmbh.mg.gov.br’; ‘ver.joelmoreira@cmbh.mg.gov.br’; ‘leonardomattos@cmbh.mg.gov.br’; ‘ver.marcioalmeida@cmbh.mg.gov.br’; ‘marialscarpelli@cmbh.mg.gov.br’; ‘moamedrachid@cmbh.mg.gov.br’; ‘neusinhasantos@cmbh.mg.gov.br’; ‘pablito@cmbh.mg.gov.br’; ‘paulinhomotorista@cmbh.mg.gov.br’; ‘preto@cmbh.mg.gov.br’; ‘pricilateixeira@cmbh.mg.gov.br’; ‘eliasmurad@cmbh.mg.gov.br’; ‘pretosacolao@cmbh.mg.gov.br’; ‘ronaldogontijo@uai.com.br’; ‘sergiofernando@cmbh.mg.gov.br’; ‘ver.silviahelena@cmbh.mg.gov.br’; ‘silvinhorezende@cmbh.mg.gov.br’; ‘ver.tarcisiocaixeta@cmbh.mg.gov.br’; ‘ver.toninhopinheirodavilapinho@cmbh.mg.gov.br’

Você já viu esse prédio?

•12/01/2012 • Deixe um comentário

Primeiro, sei que é um edifício e tal, mas bem como não sou da área da construção e estou escrevendo de forma popular não vou me ater a isso, da mesma forma que os não biólogos não se preocupam em saber que nem toda ave é um passarinho, mas isso fica para outro dia. O fato é que, primeiro: voltei a escrever no blog, que é algo que gosto de fazer (e que meu antigo local de emprego e o Facebook não permitiam que minha criatividade pudesse ser posta aqui, bom pelo menos é onde ponho a culpa!).

Bom, retomando ao post, um dia desses estava no centro de BH e passei com minha mãe pela escadaria da Igreja São José e de lá vi uma fachada de um prédio que  nunca tinha dado atenção, tá que depois que me casei com uma estudante de arquitetura muita coisa mudou em relação a minha percepção do meio, antes só me preocupava com árvores! Foi essa imagem que eu vi de lá (voltei no dia seguinte para tirar uma foto):

Virão? Lá atrás, no meio da foto, tem o Banco do Brasil, com pilastras enormes! Primeiro veio a minha cabeça que quando esse prédio foi construído, provavelmente era o mais alto da região, devia ser bem imponente e também chamar muito a atenção, mesmo porque fica bem no centro da cidade.

Pensar na história de um local, todas as mudanças que ocorreram, eu não sei de quando é essa construção (deixei a investigação para minha arquiteta), mas imaginar como as coisas ao redor foram se alterando, e ainda imaginar as pessoas que já o utilizaram.

Não vou prolongar muito esse post, acho que vou deixar para cada um que ler isso pensar a repeito no quão as coisas que estão ao nosso redor podem significar ou ainda no mais incrível, que tudo isso está bem ali e para muitos de nós de forma invisível, para todos aqueles que andam apanas olhando para frente.

Música da Semana

•31/01/2011 • Deixe um comentário

Bob Dylan – Mr. Tambourine Man

Para essas semanas (estou meio atrasado em postar, tem dado muito trabalho colocar músicas no post) escolhi meio que a “pedido do meu irmão”, que estava  um pouco nostálgico,  a música Mr. Tambourine Man do Bob Dylan, escrita em 1964 e gravada em seu álbum Bringing It All Back Home de 1965. Nesse mesmo ano esta canção também recebeu uma versão com a banda The Byrds em seu primeiro álbum, também intitulado de Mr. Tambourine Man, que introduziu o conceito de folk rock na época. A música foi cedida pela gravadora (Columbia Records) de Dylan e com o Byrds alcançou grande sucesso e influência para muitas bandas contemporâneas e posteriores.

Abaixo é possível ler a letra da música, já que o áudio e vídeo foram removidos :( .

Mr Tambourine Man

Composição: Bob Dylan

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,

I’m not sleepy and there is no place I’m going to.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
In the jingle jungle morning I’ll come followin’ you.

Though I know that evenin’s empire has returned into sand,
Vanished from my hand,
Left me blindly here to stand but still not sleeping.
My weariness amazes me, I’m branded on my feet,
I have no one to meet
And the ancient empty street’s too dead for dreaming.

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
I’m not sleepy and there is no place I’m going to.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
In the jingle jungle morning I’ll come followin’ you.

Take me on a trip upon your magic swirlin’ ship,
My senses have been stripped, my hands can’t feel to grip,
My toes too numb to step, wait only for my boot heels
To be wanderin’.
I’m ready to go anywhere, I’m ready for to fade
Into my own parade, cast your dancing spell my way,
I promise to go under it.

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
I’m not sleepy and there is no place I’m going to.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
In the jingle jungle morning I’ll come followin’ you.

Though you might hear laughin’, spinnin’, swingin’ madly acrossthe sun,
It’s not aimed at anyone, it’s just escapin’ on the run
And but for the sky there are no fences facin’.
And if you hear vague traces of skippin’ reels of rhyme
To your tambourine in time, it’s just a ragged clown behind,
I wouldn’t pay it any mind, it’s just a shadow you’re
Seein’ that he’s chasing.

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
I’m not sleepy and there is no place I’m going to.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
In the jingle jungle morning I’ll come followin’ you.

Then take me disappearin’ through the smoke rings of my mind,
Down the foggy ruins of time, far past the frozen leaves,
The haunted, frightened trees, out to the windy beach,
Far from the twisted reach of crazy sorrow.
Yes, to dance beneath the diamond sky with one hand wavingfree,
Silhouetted by the sea, circled by the circus sands,
With all memory and fate driven deep beneath the waves,
Let me forget about today until tomorrow.

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
I’m not sleepy and there is no place I’m going to.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
In the jingle jungle morning I’ll come followin’ you.

Top 5 de Filmes com Temática Musical – Parte V

•20/01/2011 • Deixe um comentário

Finalmente, depois de alguns meses enrolando, chego ao término desta lista de cinco filmes que de alguma forma considero importante devido as suas trilhas sonoras. Imagens nos levam a lugares distantes, mundo fantasiosos, ou mesmo as várias formas de se ver a realidade que nos cerca e com tudo isso acrescido de um fundo musical, este é um ótimo acompanhante, e quando bem combinado torna-se essencial.

Bom mas a intenção não era para divagar tanto e sim apresentar o quinto membro da lista, e este é o filme High Fidelity (EUA – 2000), ou Alta Fidelidade no Brasil. O motivo por ele encerrar o top 5, primeiro porque foi devido a ele que iniciei esta série de posts e claro também gosto do filme.

O filme conta a história do dono de uma loja de discos meio falida e sua mania constante de enumerar em top 5 tudo que acontece em sua vida, deste as cinco melhores primeiras faixas de álbuns aos cinco maiores fins de relacionamento, todas as situações vivências são seguidas por “5 melhores de”, tudo de forma cômica e divertida, contando também com aqueles momentos documentário em que o personagem conversa com a câmera. Sem contar com cenas que um amigo e eu quando pensávamos em ter uma loja de disco queríamos muito fazer, negar a venda de um disco para alguém que não considerássemos dignos de ouvir aquele álbum ou aquela banda, seria muito engraçado, embora já tenha feito isso quando me pediram para emprestar um cd meu :P., a pessoa não ficou muito feliz, mas sinto muito. O dono da loja é interpretado pelo John Cusack e tem ainda no elenco Jack Black, em um dos seus típicos personagens, que até canta durante o filme num show.

Um outro ponto muito legal é quando apresentam a música Dry the Rain da banda The Beta Band, na cena o personagem do Cusack demonstra como vender um disco e coloca o álbum do Beta Band, no momento a loja está cheia e ele coloca a música para tocar, e de repente  todos começam a curtir o som e um dos fregueses se aproxima e pergunta que banda era aquela e ao saber que era o The Beta Band ele diz que é muito bom, e ai o o dono da loja responde “Eu sei!”. A seguir a música Dry the rain (ao vivo) para poder escutar.

Música da Semana

•18/01/2011 • Deixe um comentário

The Passenger (Iggy PoP)

Não consegui postar a música desta semana ontem, segunda-feira, mesmo porque ainda não sabia qual seria ela. Hoje vim no ônibus escutando no mp3 algumas músicas e dedici por uma que de uma certa forma me deixa feliz. Acho a letra legal e gosto muito do ritmo dela, especialmente quando ouço a noite e caminhando por ai. O título é The Passenger   de autoria de Iggy Pop junto com o guitarrista Ricky Gardiner (músico que tocou com Dawie Bowie na mesma época também). The Passenger foi  gravada e lançada por Iggy Pop no álbum Lust for Life em 1977, o segundo álbum solo dele e o segundo também com a colaboração de Bowie. A canção foi inspirada num poema de Jim Morrison que dizia “modern life as a journey by car” (a vida moderna como uma viagem de carro). Só para finalizar, a música pode parecer pouco familiar, e é para muita gente, principalmente depois que o Capital Inicial fez sua “versão dublada” – Eca!

The Passenger

I am the passenger and I ride and I ride
I ride through the city’s backsides
I see the stars come out of the sky
Yeah the bright and hollow sky
You know it looks so good tonight

I am the passenger
I stay under glass
I look through my window so bright
I see the stars come out tonight
I see the bright and hollow sky
Over the city’s ripped sky
And everything looks good tonight

Singing la la la la la la la la
La la la la la la la la
La la la la la la la la la la

Get into the car, we’ll be the passenger
We’ll ride through the city tonight
We’ll see the city’s ripped backside
We’ll see the bright and hollow sky
We’ll see the stars that shine so bright
Stars made for us tonight

Oh the passenger
Oh how he rides
Oh the passenger
He rides and he rides

He looks through his window
What does he see?
He sees the bright and hollow sky
He sees the stars come out tonight

He sees the city’s ripped backsides
He sees the winding ocean drive
And everything was made for you and me
All of it was made for you and me
‘Cause it just belongs to you and me
So let’s take a ride and see what’s mine

Singing la la la la la la la la
La la la la la la la la
La la la la la la la la la la

Oh the passenger
He rides and he rides
He sees things from under glass
He looks through his window side

He sees the things he knows are his
He sees the bright and hollow sky
He sees the city sleep at night
He sees the stars are out tonight

And all of it is yours and mine (2x)
So let’s ride and ride, and ride, and ride

(2x)
Singing la la la la la la la la
La la la la la la la la
La la la la la la la la la la

Top 5 de Filmes com Temática Musical – Parte IV

•18/01/2011 • Deixe um comentário

The Beatles

Para o penúltimo filme deste top 5 lembrei de dois filmes que utilizam como trilha sonora músicas dos Beatles. O primeiro é o Across the Universe um musical que utilizou somente composições do quarteto em meio a uma história psicodélica passada  no final dos anos 60, durante a guerra do Vietnã. Para contar esta turbulenta cena o diretor usa como pano de fundo a história de um jovem inglês chamado Jude (sim, assim como na música Hey Jude) que vai para os EUA a procura de seu pai, a partir dai junto com vários  novos amigos ele vivencia todas as mudanças da sua geração.  O filme é carregado de música, de espírito poético revolucionário e claro amor.

 

 

 

 

 

 

No roteiro tem inúmeras citações a fatos ligados aos Beatles e a origem de suas canções que são trazidas a vida ao longo do filme. Outro ponto são as participações do Bono Vox e Joe Cocker como atores e interpretes. Uma curiosidade é que quando o filme ficou pronto a diretora Julie Taymor (mesma de Frida) exibiu aos dois Beatles restantes Paul e Ringo, que deram a sua aprovação. É um filme que vale a pena de assistir mesmo para quem não é fã de musicais ou de Beatles. Só para variar como fanático por trilhas como sou não posso deixar de recomendar a trilha deste filme que é toda cantada por seu atores e por participações especiais, e se for possível procurem pela edição luxo, que além de dupla é consideravelmente mais completa.

Como de praxe segue o vídeo com o trailer.

O outro filme que também utiliza os Beatles como referência para sua trilha sonora é o drama I’m Sam (Uma Lição de Amor) que não é um musical como o anterior mas montou uma fantástica trilha com vários músicos fazendo interpretações de musicas do quarteto já que naquela época reproduzir as versões originais dos Bealtes ainda era um problema (pois o MJ ainda estava vivo). O filme fala da história de um pai solteiro com deficiência mental (interpretado por Sean Penn) que cria sua filha Lucy (retirado de Lucy in the Sky with Dimonds) apesar de todas as dificuldades que surgem e problemas que eles enfrentam para ficarem juntos.

Um filme que para mim tem como peça fundamental (além obviamente da trilha) a atuação de uma garotinha, a Lucy do filme, a atriz Dakota Fanning que desde aquela época já tinha atuações fantásticas, sendo este seu primeiro filme, com apenas 8 anos, e já dava amostras de como se sairia bem, basta apenas assistir uma de suas participações seguintes (exceto a infeliz inclusão dela na saga dos vampiros que brilham a luz do sol, tadinha :( ).  Mas voltando a trilha que é o grande foco deste post, pois bem neste álbum tem desde a Black Crowes a Nick Cave (muito bizarro cantando Let it Be e Here Comes the Sun*), também estão o Eddie Vedder, o Wallflores, o The Vines, a lista completa está abaixo:

1. Two of Us (Aimee Mann/Michael Penn)
2. Blackbird (Sarah Mclachlan)
3. Across The Universe (Rufus Wainwright)
4. I´m Looking Throug You (The Wallflowers)
5. You´ve Got to Hide Your Love Away (Eddie Vedder)
6. Strawberry Fields Forever (Ben Harper)
7. Mother Nature´s Son (Sheryl Crow)
8. Golden Slumbers (Ben Folds)
9. I´m Only Sleeping (The Vines)
10. Don´t Let me Down (Stereophonics)
11. Lucy in the Sky With Diamonds (Black Crowes)
12. Julia (Chocolate Genius)
13. We Can Work it Out (Heather Nova)
14. Help! (Howie Day)
15. Nowhere Man (Paul Westerberg)
16. Revolution (Grandaddy)
17. Let it Be (Nick Cave)

* Here Comes the Sun está presente apenas no cd importado.

E a seguir o trailer:

 
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